Casa Limpa na região norte recolhe 1,3 tonelada de materiais
Atualizado em 29/05/2020 - 10:43
Operação Casa Limpa de combate a dengue  Zona Norte 04/03/2020
Na praça de Santana, moradores puderam observar as amostras da larva do mosquito Aedes aegypti - Foto: Charles de Moura/PMSJC

Nei José Sant'Anna
Secretaria de Saúde

O Centro de Controle de Zoonoses da Prefeitura de São José dos Campos realizou nesta quarta-feira (4) a 10ª Operação Casa Limpa contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, desta vez ocorreu na região norte da cidade. Durante a atividade, foram recolhidos 1,3 tonelada de materiais.

Os bairros que participaram desta operação foram Santana, Vila Carmo, Vila Esmeralda, Vila do Pena, Jardim Nova Paulicéia, Vila Machado, Jardim Anchieta, Jardim Ouro Preto, Vila Rangel, Conjunto Residencial Nova Cristina, Vila Cristina e Portal de Minas, sendo 84 quadras.

A ação começou às 8h30 e terminou por volta das 15h com o objetivo de recolher possíveis criadouros de Aedes aegypti, como pneus, tampas de garrafas, garrafas de vidro e plástico, latas, louças sanitárias, baldes, tambores, lonas, piscinas desmontáveis e outros.

Na segunda (2) e terça-feira (3), os agentes de combate a endemias da Prefeitura visitaram cerca de 3.000 imóveis, informando sobre os materiais que poderiam ser colocados nas calçadas para o recolhimento feito pelos caminhões da Secretaria de Manutenção da Cidade e Urbam.

Jesimiel Almeida dos Santos, 55 anos, morador do bairro Santana, reconheceu os esforços feitos pela Prefeitura para combater a dengue na cidade. “A Prefeitura faz a parte dela, mas a população tem que buscar ser mais preventiva para ajudar no combate. Os agentes têm passado as informações, agora falta a contribuição dos moradores”, afirma.

Margarida Neves, 70 anos, moradora de Santana, acredita que as Operações Casa Limpa ajudam no combate por meio da conscientização da população.

“Dá vontade de pular nas casas vazias para retirar os materiais que acumulam água, mas não pode porque isso é invasão, porém quando vou à casa dos meus filhos eu mesma viro os potes e dou uma olhada para saber se não tem larvas do mosquito da dengue”, comenta.

Na praça Monsenhor Luiz Gonzaga Cavalheiro, em Santana, foi montado um estande com amostras da larva do mosquito Aedes aegypti e também teve a presença de agentes orientando os munícipes que por ali passavam.

Zildete de Oliveira Alves, 46 anos, moradora do bairro de Santana, levou seu filho Kauan para conhecer a larva do mosquito. Para ela, a operação ajuda a evitar doenças e informar a população.

“As pessoas têm que saber que alguns materiais podem juntar água e como fazer para não deixar o mosquito viver nesses ambientes. Na minha casa eu evito deixar lixo parado e procuro passar repelente no meu filho para a proteção”, afirmou.

Nas 10 operações já realizadas pela Prefeitura foram recolhidos cerca de 26 toneladas de materiais inservíveis.

Região sul

A próxima operação já está marcada para o dia 11 de março, no Campo dos Alemães e adjacências, região sul da cidade.

 


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