Obras do Hospital de Retaguarda seguem em ritmo acelerado
03/06/2020 16:29
Obra do Hospital de Retaguarda. Foto: Claudio Vieira/PMSJC 03-06-2020
Equipes da Urbam trabalham 24 horas por dia, em três turnos, para agilizar a obra - Foto: Claudio Vieira/PMSJC

Ana Lúcia Abranches
Urbam

As obras de construção do Hospital de Retaguarda, para ampliar o atendimento aos pacientes da covid-19, seguem em ritmo acelerado. Os serviços estão sendo executados em tempo recorde, durante 24 horas por dia, em três turnos de trabalho.

Atualmente, os funcionários estão construindo a base da nova unidade e gradil para fechamento da área, na Vila Industrial, região leste da cidade. A movimentação de caminhões é intensa.

Caberá à Urbam, além da preparação das fundações que recebem o prédio, construir e pavimentar o estacionamento e as demais áreas do hospital, instalar os padrões elétricos e hidráulicos e implantar o gradil. Também será responsabilidade da empresa o apoio técnico e coordenação geral da obra.

Após o término dos serviços das fundações -- em cerca de 15 dias --, será iniciada a construção modular, pela Método Engenharia e pela empresa Brasil ao Cubo.

Obra definitiva

Diferentemente de um hospital de campanha, essa obra será definitiva. Após a pandemia, o hospital voltará a ser o Pronto-Socorro do HM para atender aos pacientes do SUS.

A construção ocupa um terreno de 3.100 metros quadrados, com 1.554 metros quadrados de área construída em dois pavimentos.

O Hospital de Retaguarda fica pronto em até 45 dias, um recorde para esse tipo de obra.

O projeto compreende o uso do sistema de construção modular, com chassi montado com aço. A partir dessa base, são implantadas paredes, teto, pisos, instalações elétricas, hidráulicas e tubulações de ar comprimido.

O sistema de construção do hospital é quatro vezes mais rápido que a alvenaria tradicional. 

O novo Pronto-Socorro do HM terá divisões para atendimento adulto e infantil, em uma área maior que o PS atual e os equipamentos da última geração.

A unidade será gerenciada pelo SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina), que já é responsável pelo Hospital Municipal.


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